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Os sonhos de Grete Stern: fotomontagens
Os sonhos de Grete Stern: fotomontagens

Os sonhos de Grete Stern: fotomontagens

Artista: Grete Stern
Texto: Annateresa Fabris, João A. Frayze-Pereira, Luis Príamo, María Moren, Grete Stern

Catálogo da exposição Os sonhos de Grete Stern: fotomontagens, uma coedição do ims com o Museu Lasar Segall e a Imprensa Oficial. Trata-se dos sonhos publicados entre 1948 e 1952 na coluna semanal “El psicoanálisis le ayudará”, da revista feminina Idilio (editada na Argentina). Enquanto o professor Gino Germani (com o pseudônimo de Richard Rest) recebia cartas de leitoras relatando seus sonhos e publicava a interpretação de cada um deles, Grete Stern encarregava-se de produzir a fotomontagem, espécie de análise artística e visual do sonho interpretado.

O livro apresenta a série completa: as 46 fotomontagens expostas no ims, reproduzidas dos negativos, e mais 101 feitas a partir da reprodução da hoje rara revista Idilio. O catálogo traz ainda estudos inéditos da historiadora de arte Annateresa Fabris, do psicanalista João A. Frayze-Pereira, de Luis Príamo (especialista em Grete Stern e responsável pela recuperação da série completa das fotomontagens) e da escritora María Moreno. Também foi incluído um importante artigo teórico de Grete Stern sobre fotomontagem. Todos os textos são acompanhados por farta iconografia.

Páginas: 182
Formato: 28 x 28 cm
ISBN: 9788570606969
Idioma: Português

R$60,00
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Grete Stern

Artista,Texto

Grete Stern (Wuppertal, Alemanha, 1904-Buenos Aires, 1999) tem um percurso fotográfico notável. Discípula de Walter Peterhans, responsável pelo primeiro curso de fotografia na Bauhaus, ela associou-se a Ellen Auerbach para abrir, em Berlim, o estúdio fotográfico ringl + pit. No auge da República de Weimar – e com a fotografia revelando talentos que revolucionaram para sempre o olhar na arte (Moholy-Nagy, Albert Renger-Patzsch e Otto Umbehr) –, elas desenvolveram as novas sintaxes da Nova Visão e da Nova Objetividade na linguagem experimental, publicitária e nos retratos. O nazismo obrigou a Bauhaus a fechar suas portas, e quem pôde deixou o país. Grete foi, em 1933, para Londres com o companheiro Horacio Coppola, fotógrafo argentino, e, em 1936, exilou-se em Buenos Aires, onde fixaria residência.