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Cartas de Almir de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Bulhões, Ismael Cardim, Roberto Alvim Corrêa, Marco Aurélio Matos, Elza Proença, Marques Rebelo, Otto Lara Resende, Fernando Sabino a Alécio de Andrade
Cartas de Almir de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Bulhões, Ismael Cardim, Roberto Alvim Corrêa, Marco Aurélio Matos, Elza Proença, Marques Rebelo, Otto Lara Resende, Fernando Sabino a Alécio de Andrade

Cartas de Almir de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Bulhões, Ismael Cardim, Roberto Alvim Corrêa, Marco Aurélio Matos, Elza Proença, Marques Rebelo, Otto Lara Resende, Fernando Sabino a Alécio de Andrade

Artista: Alécio de Andrade
Organização: Patricia Newcomer
Projeto gráfico: Studio Fernando Gutiérrez, Londres
Texto: Almir de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Bulhões, Ismael Cardim, Roberto Alvim Corrêa, Marco Aurélio Matos, Elza Proença, Marques Rebelo, Otto Lara Resende, Fernando Sabino, Rachel Gutiérrez

O livro Cartas de Almir de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Bulhões, Ismael Cardim, Roberto Alvim Corrêa, Marco Aurélio Matos, Elza Proença, Marques Rebelo, Otto Lara Resende, Fernando Sabino a Alécio de Andrade apresenta um conjunto de cartas originais destinadas a Alécio de Andrade, escritas por Drummond, Antonio Bulhões, Marques Rebelo, Otto Lara Resende, entre outros.

A publicação é organizada e editada por Patricia Newcomer, companheira do fotógrafo, mãe de seus filhos e fundadora de seu arquivo em Paris.

Nascido no Rio de Janeiro, Alécio de Andrade (1938-2003) desenvolveu grande parte de seu trabalho em Paris, cidade em que viveu desde 1964, e contribuiu com veículos como a Manchete, além da conceituada agência Magnum. Ao longo de sua trajetória, mesmo vivendo em outro país, manteve um constante diálogo com intelectuais brasileiros.

Páginas: 359
Formato: 25,5 x 20,5 cm
ISBN: 9788583460473
Idioma: Português

R$84,50

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Alécio de Andrade

Artista

Alécio de Andrade (Rio de Janeiro, 1938-Paris, 2003) nasceu no Rio de Janeiro. Depois de estudar direito, publicou seus primeiros poemas em suplementos literários cariocas e recebeu, em 1961, o prêmio de poesia da Primeira Semana de Arte Contemporânea da Universidade Católica do Rio de Janeiro. Nessa mesma época, começou a se dedicar à fotografia e, entre 1963 e 1964, trabalhou como assistente do diretor Adolfo Celi na adaptação cinematográfica inacabada, escrita por Millôr Fernandes, do romance Marafa, de Marques Rebelo. A convite do Ministério da Educação e Cultura, organizou sua primeira exposição individual, Itinerário da infância, apresentada no Brasil e, em seguida, na Europa. Em 1964, recebeu bolsa do governo francês para estudar no Instituto de Altos Estudos Cinematográficos, em Paris, instalando-se na cidade como fotógrafo profissional. Correspondente da revista Manchete de 1966 a 1973, tornou-se membro associado da agência Magnum entre 1970 e 1976. Em 1981, recebeu, na Exposição Especial do Livro de Fotografia, em Stuttgart, o prêmio de excelência de fotografia. Em 1992, recebeu bolsa da Fundação Crédit Lyonnais, gerida pela Foundation de France, para a realização de um livro de fotografias sobre o Museu do Louvre. Colaborador regular das revistas Elle, Figaro Madame, Géo, Le Nouvel Observateur, Lui, Marie Claire, Options, La Lettre de Peuple et Culture, Photo e Réalités (na França), Il Tempo, Nuova Fotografia e Il Progresso Fotografico (Itália), Stern (Alemanha), American Photographer, Fortune e Newsweek (EUA) – além de Fatos & Fotos, Isto É e Veja e do Jornal do Brasil –, Alécio foi também um exímio pianista amador e amigo de personalidades como Alfred Brendel, Henri Cartier-Bresson, James Baldwin e Carlos Drummond de Andrade.

Carlos Drummond de Andrade

Texto

Carlos Drummond de Andrade (Itabira, MG, 1902-Rio de Janeiro, 1987) foi poeta, contista e cronista. Estudou em Belo Horizonte, no Colégio Arnaldo, e em Nova Friburgo, no Colégio Anchieta, de jesuítas. Formado em farmácia, fundou, com Emílio Moura e outros companheiros, A Revista, para divulgar o modernismo no Brasil. Em 1925, casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve dois filhos, Carlos Flávio, que viveu apenas meia hora, (e a quem é dedicado o poema "O que viveu meia hora", presente em Poesia completa, Nova Aguilar, 2002), e Maria Julieta Drummond de Andrade. Publicou sua primeira obra poética, Alguma poesia, em 1930. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguido até morrer, em 1987, no Rio de Janeiro, 12 dias após a morte de sua filha.