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Olhar crítico: 50 anos de cinema brasileiro
Olhar crítico: 50 anos de cinema brasileiro

Olhar crítico: 50 anos de cinema brasileiro

Autor: Ely Azeredo
Texto: Alberto Dines

O livro, que tem prefácio assinado pelo jornalista Alberto Dines, é uma reunião de 98 textos feitos por Ely Azeredo sobre filmes brasileiros, escritos ao longo dos anos em que atuou na imprensa diária. Desde 1953, Azeredo fez a indispensável mediação entre os produtores e os consumidores de cinema. Sem restrições de gênero ou tendência, ele analisou e pôs em discussão, com igual rigor intelectual, de dramas existenciais a comédias, de filmes alternativos a documentários, de obras de caráter político aos musicais.

O leitor, em Olhar crítico – 50 anos de cinema brasileiro, irá pouco a pouco voltando no tempo, para reencontrar os textos que, no calor da hora, se pronunciaram sobre clássicos do nosso cinema, como, por exemplo, Cidade de Deus, Ônibus 174, Macunaíma, Todas as mulheres do mundo, Pixote, Terra em transe, Vidas secas e Floradas na serra, entre muitos outros. Muitos dos filmes analisados por Azeredo neste livro não existem em dvd. Alguns nem chegaram ao vhs e outros correm o risco de extinção. Dessa forma, existe, na publicação, um forte traço de resgate de memória do cinema nacional.

Alguns apêndices completam esta edição: uma sucinta recuperação da trajetória de Ely Azeredo, como crítico, mas também como importante difusor da sétima arte no Brasil; as fichas técnico-artísticas de todos os filmes analisados; as referências bibliográficas utilizadas e um índice completo dos filmes citados.

Páginas: 416
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 9788586707469
Idioma: Português

R$54,00

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Ely Azeredo

Autor

Ely Azeredo iniciou a carreira de jornalista profissional em 1953, no jornal Tribuna da Imprensa, após a aprovação de um projeto de coluna de cinema pelo diretor-editor Carlos Lacerda. Ao longo de 50 anos, escreveu cerca de 5.500 textos sobre cinema, dos quais aproximadamente 4.350 são críticas, resenhas e ensaios sobre filmes. Quase todos foram veiculados em publicações do Rio de Janeiro. Azeredo lançou, como crítico e animador cultural, o Cinema Novo, que eclodiu no começo da década de 1960 e recebeu esta denominação em 1961. Foi o primeiro crítico brasileiro a integrar o júri do Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 1965. Em 1966, participou da campanha de imprensa pela criação do Instituto Nacional do Cinema (inc). Criou, com Flávio Tambellini, a revista Filme Cultura, publicação de cultura cinefotográfica de maior longevidade no país (1966-1988).